Se você chegou até aqui procurando qual a melhor área para a prova da OAB, é bem provável que esteja na etapa mais “emocional” do Exame: a escolha da 2ª fase. E faz sentido. Na prática, não é só decidir uma matéria. É escolher um caminho: o tipo de peça, o estilo de prova, o formato de estudo e até o tipo de raciocínio que você vai treinar nas próximas semanas.
A resposta honesta é: não existe uma área perfeita para todo mundo. Mas existe a melhor área para o seu perfil, para o seu nível atual e para a sua estratégia de aprovação. E é isso que este artigo vai te entregar: um guia completo, humano e direto, para você decidir com segurança — sem depender de “achismo”, sem ficar refém de opinião de internet e sem mudar de área em cima da hora.
Antes de tudo: o que significa “melhor área” na OAB?
Quando alguém pergunta qual é a melhor área para a prova da OAB, normalmente está falando de uma dessas três ideias:
- A área mais fácil: aquela que dá menos trabalho para estudar e tem prova mais previsível.
- A área com mais chance de aprovação: aquela em que você consegue alcançar nota mínima com mais controle.
- A área “mais útil” na vida profissional: pensando no que você quer atuar depois.
As três coisas importam, mas em momentos diferentes. Se seu objetivo é passar na OAB agora, a prioridade é reduzir risco e aumentar previsibilidade. A “área mais útil” pode ser uma consequência, não precisa ser a decisão principal.
Como funciona a escolha da 2ª fase (e por que ela pesa tanto)
A 2ª fase da OAB é uma prova de prática-profissional: você escolhe uma área e faz uma peça + questões discursivas relacionadas àquela disciplina. É uma prova que recompensa método: quem treina estrutura, usa bem o Vade Mecum e entende “o caminho da peça” costuma melhorar muito em pouco tempo.
O ponto é que a escolha errada cobra um preço alto: você estuda muito e sente que não evolui, porque o conteúdo não “encaixa” no seu jeito de pensar. A escolha certa, ao contrário, cria o que a gente chama de efeito de tração: cada peça que você treina ajuda a próxima; cada questão discursiva reforça o raciocínio; o estudo vira sequência — e não um monte de coisas soltas.
O método mais seguro: escolha por 5 critérios (não por opinião)
Se você quer decidir qual a melhor área para prova da OAB com segurança, use estes 5 critérios. Eles funcionam porque tiram a decisão do “gosto” e colocam no “controle”.
1) Seu desempenho na 1ª fase
O primeiro filtro é o mais óbvio e, ao mesmo tempo, o mais ignorado: em quais disciplinas você erra menos? Se você sempre foi bem em Penal e Processo Penal, por exemplo, existe uma chance real de que seu raciocínio já seja compatível com a linguagem da área.
Não precisa ser amor. Precisa ser ponto de partida. Na 2ª fase, sair do zero custa caro.
2) Previsibilidade de peça (e quantidade de “modelos”)
Algumas áreas têm um conjunto de peças mais “repetível” e uma lógica bem estável. Isso não significa que sejam fáceis; significa que dá para treinar com mais previsibilidade e reduzir surpresa.
Pergunta prática: você consegue aprender 6 a 10 modelos de peça e ficar confortável? Se sim, você vai bem em quase qualquer área. Se não, procure uma área com padrão mais claro e com um “mapa” de peças mais curto.
3) Seu nível de tolerância a detalhes
Tem gente que gosta de detalhe técnico e não se incomoda com formalidade. Tem gente que sofre. Essa diferença aparece muito na 2ª fase. Para alguns perfis, o excesso de detalhes vira ansiedade e trava.
Se você é do time “eu erro por distração e formalidade”, escolha uma área em que você consiga criar checklists e operar com rotina. Se você é do time “eu gosto de estrutura e passo a passo”, áreas com peça bem marcada tendem a ser melhores.
4) Seu acesso a material bom (e correção)
Isso é decisivo. A 2ª fase sem correção e sem feedback vira “treino no escuro”. Algumas áreas têm mais materiais disponíveis, mais professores, mais correções e mais bancos de peças.
Então, antes de escolher, pense: eu tenho um Vade Mecum atualizado, um roteiro de peças e um jeito de corrigir meus treinos? Se a resposta for não, escolha uma área em que seja fácil conseguir isso, porque o método pesa mais do que a área.
5) Seu objetivo profissional (como critério de desempate)
Se você está entre duas áreas com boa chance de aprovação, aí sim vale usar objetivo profissional como critério final. A 2ª fase também é um “aquecimento” para a prática real. Escolher uma área que você pretende atuar pode te dar motivação e consistência.
Comparativo honesto: Civil, Penal, Trabalho, Tributário, Empresarial e mais
Abaixo, um panorama humano e prático do que costuma “pegar” em cada área. Não é para te assustar; é para te ajudar a enxergar como é estudar e resolver a prova em cada escolha.
Direito Civil (e Processo Civil)
Civil é uma escolha muito comum porque é uma área com enorme quantidade de conteúdo, mas também com lógica de resolução que muita gente já conhece. Quem tem facilidade com raciocínio sistemático, leitura de enunciado e estrutura de pedidos costuma render bem.
- Bom para: quem gosta de estrutura, tópicos e lógica de pedidos; quem já tem base de processo.
- Desafio: volume; confusão entre procedimentos; pedidos e tutela podem travar quem não treina.
- Dica: se você escolher Civil, treine “esqueleto de peça” e pedidos padrão desde o início.
Direito Penal (e Processo Penal)
Penal costuma agradar quem tem pensamento mais objetivo e gosta de teses defensivas. A prova pode ser muito “de caminho”: identificar o crime, a tese, a peça e sustentar com fundamentos. Quando o aluno treina bem as peças e as teses, a evolução aparece.
- Bom para: quem gosta de raciocínio “se/então”, teses e estratégia; quem vai bem em questões penais.
- Desafio: confusão entre peças parecidas e prazos; ansiedade por “decorar” muita tese.
- Dica: faça um mapa simples: peça → hipótese → base legal → pedidos essenciais.
Direito do Trabalho (e Processo do Trabalho)
Trabalho costuma ser uma das áreas mais “diretas” para estudar quando você tem um roteiro bom, porque a estrutura processual é muito marcada e a lógica de pedidos é bem treinável. Ao mesmo tempo, alguns detalhes procedimentais podem derrubar quem não faz simulado.
- Bom para: quem aprende bem por repetição e gosta de checklist; quem quer previsibilidade.
- Desafio: detalhes de rito, prazos e execução; atenção ao endereçamento e fundamentos.
- Dica: treine muito a inicial/reclamação e as principais defesas; o resto encaixa.
Direito Empresarial
Empresarial costuma ser uma área excelente para quem gosta de lógica, organização e aplicação de institutos. Em muitos casos, o aluno sente que “faz sentido” e consegue evoluir rápido. Porém, é uma área em que a escolha precisa ser consciente: você precisa gostar de trabalhar com conceitos e estrutura.
- Bom para: quem gosta de raciocínio lógico e institutos; quem já teve contato com títulos, sociedades, recuperação.
- Desafio: termos específicos e detalhes; sem roteiro, pode parecer “um mundo à parte”.
- Dica: foque nos blocos mais cobrados e treine as peças-chave com esqueleto pronto.
Direito Tributário
Tributário pode ser maravilhoso para quem gosta de técnica, mas pode ser pesado para quem entra sem base. A lógica tributária é muito própria e, se você não gosta de trabalhar com classificação, competência, lançamento e tese, pode sentir desgaste.
- Bom para: quem já tem base de tributos e gosta de regra com exceções; perfil metódico.
- Desafio: sem base, tudo parece “novo”; pode virar corrida contra o tempo.
- Dica: escolha Tributário se você realmente tem afinidade — ou se está decidido a treinar com constância.
Direito Administrativo e Direito Constitucional
Essas áreas podem ser ótimas para alguns perfis, especialmente quem tem facilidade com princípios, controle de constitucionalidade, atos e processo administrativo. O ponto é que, para a 2ª fase, o aluno precisa se sentir confortável com a linguagem das peças e com a forma de fundamentar.
- Bom para: quem gosta de leitura de tese e fundamentação; quem vai bem em constitucional/administrativo.
- Desafio: sem treino de peças, a prova pode parecer abstrata; exige organização na escrita.
- Dica: se você escolher uma dessas, treine escrita semanal e use checklist de fundamentos.
Qual área escolher? Decisão rápida por perfil (sem enrolação)
Se você quer uma resposta prática para a pergunta “qual a melhor área para a prova da OAB”, aqui vão cenários comuns e a lógica por trás. Use como ponto de partida, não como regra.
Perfil 1: “quero previsibilidade e passo a passo”
Você rende mais quando tem roteiro e checklist. Você odeia “surpresa” e quer treinar muito com repetição. Nesse perfil, costuma funcionar bem uma escolha em que as peças e a estrutura sejam altamente treináveis. O foco aqui é padronização: fazer o básico muito bem.
Perfil 2: “eu sou bom em teses e argumentação”
Você gosta de construir raciocínio, sustentar tese e encontrar fundamentos no Vade Mecum. Nesse perfil, áreas com espaço para teses claras e linhas argumentativas costumam encaixar. Você precisa de treino de peça, mas não depende tanto de decorar “modelo” se tiver boa estrutura.
Perfil 3: “minha base é fraca, mas eu sou disciplinado”
Se você está começando mais do zero, escolha uma área em que exista muito material, muitos exemplos e caminho bem desenhado. Você não pode gastar semanas “descobrindo” como estudar. Aqui, o que importa é ter uma trilha clara: peça, estrutura, fundamentos e treino progressivo.
Perfil 4: “quero atuar nessa área depois”
Ótimo, desde que você não transforme isso em armadilha. Se o seu objetivo profissional é forte, ele ajuda na motivação e na constância — e isso pesa demais na 2ª fase. Mas, se sua base é praticamente inexistente e você tem pouco tempo, combine objetivo com estratégia: monte uma rota curta e treine muito com correção.
O erro mais comum: escolher a área “da moda” e ignorar o seu ponto fraco
É aqui que muitos reprovam por detalhes. A pessoa escolhe uma área porque “todo mundo fala que é a melhor”, mas não percebe que o próprio ponto fraco é outro: gestão de tempo, organização, escrita, leitura de enunciado ou ansiedade. Na 2ª fase, isso aparece rápido.
Então, antes de escolher, responda com honestidade:
- Eu travo mais por conteúdo ou por estrutura?
- Eu perco pontos por esquecer ou por não saber aplicar?
- Meu maior problema é tempo ou segurança na escrita?
A “melhor área” é a que te permite corrigir seu ponto fraco com o menor atrito possível. E isso é muito mais inteligente do que escolher a área com base em boato.
Checklist: como decidir em 48 horas sem se arrepender
Se você quer um passo a passo claro para decidir rapidamente, faça isso:
Passo 1: selecione 2 áreas candidatas
Escolha duas áreas que fazem sentido para você (por desempenho, afinidade ou objetivo). Não escolha cinco, porque isso vira procrastinação travestida de pesquisa.
Passo 2: pegue 1 prova recente de cada área
Leia o enunciado da peça e as questões. Sem resolver ainda. Só para sentir a linguagem e o tipo de raciocínio.
Passo 3: resolva 1 peça com consulta, cronometrando
Você não vai fazer perfeito. A ideia é medir “dor”. O que te trava: localizar fundamento, organizar pedidos, estruturar tópicos, interpretar o caso?
Passo 4: compare esforço x clareza
Escolha a área em que você conseguiu avançar mais com menos atrito. Na 2ª fase, isso é sinal de compatibilidade.
Passo 5: feche a escolha e não mude mais
Decidiu? Ótimo. A partir daí, toda energia vai para treino. Trocar de área depois é quase sempre perda de tempo e ansiedade.
Critério que ninguém fala: custo-benefício de pontos (o que realmente aumenta sua nota)
Quando a dúvida é qual a melhor área para a prova da OAB, muita gente procura um atalho. Só que a 2ª fase não premia “atalho”; ela premia execução. Em outras palavras: você não ganha nota por saber tudo, você ganha nota por entregar uma peça bem estruturada, com fundamentos localizados no Vade Mecum, e por responder as questões com começo-meio-fim.
Então, o melhor critério de custo-benefício é este: qual área te permite repetir o mesmo tipo de raciocínio mais vezes durante o estudo? Quanto mais você repete (com correção), mais você reduz erro bobo, mais você ganha confiança e mais você melhora sua nota.
Na prática, pense assim:
- Se você tem pouco tempo: escolha a área em que você consegue montar um roteiro curto de peças e treinar por repetição.
- Se você tem mais tempo: dá para escolher uma área com mais volume, desde que você consiga manter constância e correção.
- Se seu problema é ansiedade: prefira uma área em que a estrutura da peça seja previsível para você (isso diminui branco).
Mapa de peças: o que treinar primeiro em cada área (para não estudar “no escuro”)
Independente de qual seja a melhor área para a prova da OAB no seu caso, uma regra se repete: você precisa de um roteiro de peças. Não é para decorar modelo como robô; é para ter uma estrutura que te dá segurança e velocidade. Abaixo vai um mapa do que costuma ser mais útil treinar primeiro em cada escolha (pense como “núcleo duro” de treino).
Se você escolher Civil
- Petição inicial (procedimento comum): fatos, fundamentos, pedidos e tutela.
- Contestação: preliminares, mérito, provas e pedidos.
- Apelação e contrarrazões: estrutura de razões recursais.
- Agravo de instrumento e embargos de declaração: peças curtas que aparecem como “salvadoras”.
Se você escolher Penal
- Resposta à acusação: preliminares e teses defensivas básicas bem organizadas.
- Alegações finais (memoriais): narrativa, provas e tese principal com pedidos.
- Apelação e recurso em sentido estrito: saber identificar a hipótese.
- Habeas corpus e embargos de declaração: peças de alta utilidade quando o enunciado direciona.
Se você escolher Trabalho
- Reclamação trabalhista: narrativa limpa, pedidos bem calculados e fundamento.
- Contestação: impugnação objetiva de cada pedido.
- Recurso ordinário e contrarrazões: estrutura padrão e pedidos recursais.
- Agravo de petição e embargos de declaração: essenciais para não ser surpreendido.
Se você escolher Empresarial
- Peça-base de procedimento comum: aprender estrutura “universal” ajuda a não travar.
- Execução e defesas: treinar raciocínio de título, cobrança e resposta do réu.
- Recursos: apelação, agravo e embargos de declaração com segurança.
- Institutos-chaves: sociedades, títulos de crédito e recuperação/falência como blocos de revisão.
Se você escolher Tributário
- Mandado de segurança (tributário): quando usar e como pedir corretamente.
- Ações anulatórias/repetição: treinar pedido e fundamentação para evitar confusão.
- Execução fiscal e defesas: saber “onde encaixa” a tese no procedimento.
- Recursos: apelação, agravo e embargos de declaração com foco em estrutura.
Se você escolher Administrativo ou Constitucional
- Mandado de segurança: o básico bem feito resolve muita coisa.
- Ação popular e ação civil pública: quando o enunciado pede tutela coletiva.
- Recursos: apelação, agravo e embargos de declaração para não perder ponto por forma.
Plano de estudo de 4 semanas (pronto) para a 2ª fase
Depois de decidir qual a melhor área para a prova da OAB no seu caso, a pergunta vira: “como eu estudo para passar?”. O plano abaixo funciona porque é simples, repetível e tem a proporção certa entre peça, questões e correção. Ajuste o volume conforme seu tempo, mas mantenha a lógica.
Semana 1: montar base e parar de travar
- Faça 1 peça com consulta + correção detalhada (o objetivo é entender estrutura).
- Resolva 2 blocos de questões discursivas e treine responder com tópicos.
- Crie um checklist da sua peça (endereçamento, fatos, fundamentos, pedidos, fechamento).
Semana 2: repetir modelos e ganhar velocidade
- Faça 2 peças (uma com mais calma e uma cronometrada).
- Revise o caderno de erros e transforme cada erro em “regra + onde achar no Vade”.
- Treine endereçamento e pedidos até ficar automático (é onde se perde ponto fácil).
Semana 3: simulado real e ajuste fino
- Faça 1 simulado completo (peça + questões) cronometrado.
- Corrija por camadas: primeiro estrutura, depois fundamento, depois escrita e tempo.
- Refaça a peça corrigida em versão enxuta para consolidar (sem olhar o gabarito).
Semana 4: consolidar e estabilizar (reta final)
- Faça mais 1 simulado e compare com o da semana 3 para medir evolução.
- Revise só o que te dá ponto: checklists, erros recorrentes e fundamentos mais usados.
- Treine respostas discursivas com padrão de escrita (introdução + fundamento + conclusão).
Como usar o Vade Mecum na 2ª fase sem perder tempo
Em quase toda área, o Vade Mecum é sua “arma”. Só que ele também pode virar seu inimigo se você usar como muleta sem método. Para transformar o Vade em aliado, treine do jeito certo.
- Treine localizar artigos pelo índice e pelo índice remissivo, não por memória.
- Monte um “mapa” de marcações que te leve a títulos e capítulos, não a conteúdo escrito.
- Em toda peça treinada, anote onde você achou os fundamentos; na próxima, você vai achar mais rápido.
- Confira sempre as regras do edital sobre marcações e organização do material permitido.
Mudar de área na última hora é uma boa ideia?
Essa é uma das dúvidas que mais dói. Você pesquisa “qual a melhor área para a prova da OAB”, vê alguém dizendo que a área X é a melhor, e dá vontade de virar a mesa. A real é: mudar pode funcionar, mas só em casos específicos.
Em geral, considere mudar apenas se você estiver nas duas situações abaixo ao mesmo tempo:
- Você fez pelo menos 1 peça completa na sua área atual e ficou muito abaixo do mínimo mesmo com consulta.
- Você testou outra área com 1 peça cronometrada e o resultado foi visivelmente melhor (menos travas e mais clareza).
Fora isso, a troca costuma ser só ansiedade disfarçada. Na 2ª fase, constância ganha de “melhor área” quase sempre. A escolha certa é a que você consegue sustentar até o dia da prova.
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Perguntas frequentes (FAQ)
Qual é a área mais fácil na 2ª fase da OAB?
A área “mais fácil” é a que você consegue tornar previsível com treino. Para muita gente, isso significa escolher uma área com roteiro claro e peças repetíveis. Mas o que é fácil para um pode ser travado para outro. Use o método do teste com prova real: 1 peça cronometrada em duas áreas e compare.
Vale escolher a área que eu quero atuar?
Sim, quando isso te dá constância e você tem um plano de estudo com correção. Se você tem pouco tempo e base fraca, prefira uma área com material e treino acessível, e use objetivo profissional como desempate.
Quanto tempo eu preciso para ficar bom em uma área?
Em geral, o salto acontece com treino de peça e correção. Se você treinar 2 peças por semana e revisar seus erros, a evolução é visível em poucas semanas. O segredo não é “estudar tudo”, e sim dominar o que mais cai e criar um roteiro de resolução.
Conclusão: a melhor área é a que você consegue treinar até ficar previsível
Quando você pergunta qual a melhor área para prova da OAB, o que você está buscando é segurança. E segurança na 2ª fase não vem de uma área “mágica”. Vem de uma escolha inteligente + método de treino.
Se você quer uma regra final para decidir: escolha a área em que você consegue fazer progresso mais rápido com menos atrito, e depois feche com treino consistente. A OAB não exige perfeição. Exige execução com método.
Agora você não precisa adivinhar. Você pode decidir com estratégia.